A autocompaixão é uma habilidade que pode contribuir muito para seu bem-estar, autoaceitação e saúde mental. Neste blogpost, vou exemplificar como a falta de compaixão com a gente mesmo costuma aparecer e como podemos colocar em prática esta valiosa habilidade.
Por exemplo, quando um amigo procura você para desabafar sobre alguma dificuldade que está enfrentando, como você o acolhe? É verdade que geralmente, adotamos uma postura de escuta aberta e de encorajamento, não é mesmo? Queremos ajudá-lo a atravessar aquele momento, demonstrando empatia e gentileza.
No entanto, quando nós estamos vivenciando um problema similar, será que adotamos a mesma postura aberta e gentil? Ou será que convidamos para a conversa aquele “juiz interno implacável” que nos critica incessantemente, apontando o que deveríamos ou não ter feito, insistindo que o que fazemos nunca é suficiente, entre outras coisas?
Troque o juiz interno pela autocompaixão
Um caminho possível para lidar com este “juiz interno implacável” é exercitarmos nossa autocompaixão. Gostaria de compartilhar alguns passos importantes neste caminho:
- Exercitar nossa autobondade: ser gentil e compreensivo com a gente mesmo, da mesma maneira que costumamos ser com um amigo querido.
- Reconhecer nossa humanidade: o sofrimento humano é compartilhado, todos passamos por desafios semelhantes. Não estamos isolados em nosso sofrimento.
- Praticar nossa atenção plena: fazemos isso ao abrir espaço e observar tudo que está presente naquela experiência, sem ignorar a dor ou se envolver demais com ela.
Conclusão
Acima de tudo, a autocompaixão é uma habilidade que pode ser desenvolvida. Quando nos cuidamos com compaixão, fica mais fácil acolher e expressar a pessoa que somos. Por isso, desejo que a autocompaixão esteja mais presente na sua vida!



